Setor Família Neópolis

Pós encontros ECC

Pós encontros ECC
Calendário 2012

sábado, 15 de outubro de 2011

Convite Pós encontro do dia 18/10

Amados casais, irmãos em Cristo.
Passadas as comemorações em honra a Nossa Mãe Aparecida, estaremos retomando nossas atividades
com a realização de mais um pós encontro, será terça-feira, dia 18/10, às 20 horas, no Salão do Centro
Pastoral Dom Heitor, em Neópolis.
O tema será: "Filhos evangelizando Pais". Aguardamos a todos.
Fiquem com Deus.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Programação da Festa de Nossa Senhora Aparecida

Bom dia a todos!
E hoje chega ao final a Festa de Nossa Senhora Aparecida 2011,  com a
seguinte programação: Alvorada Festiva às 06:00 horas,
depois às 08:30 horas, Missa Solene com o Arcebispo Dom Matias e às 16:00
horas, Santa Missa seguida de Procissão pelas ruas
do Bairro de Neópolis e encerramento.
Vamos todos participar!

Programação completa   

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Reunião Extraordinária da Pastoral Familiar

Caríssimos irmãos em Cristo,

O planejamento do Casamento Comunitário demanda o serviço e o comprometimento de todos os agentes da Pastoral Familiar.
Este ano temos um novo planejamento que necessita ser informado a todos, com a maior antecedência possível.
Desta forma, ficam todos os agentes convocados para atender a reunião extraordinária nesta quinta-feira, 22/09, as 20:00 horas no salão paroquial.
Na ocasião será passado todo o roteiro desenvolvido, e as respectivas equipes de trabalho, para que o Casamento Comunitário - celebração e recepção - ocorra da maneira mais perfeita possível, afinal o serviço a Deus pede doação, planejamento e ação sem medidas.

Abraços,

Coordenação da Pastoral Familiar

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Curso de Formação para a Vida Matrimonial

Foi realizado neste domingo 18/09, mais um Curso de Formação para a Vida matrimonial, da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida de Neópolis. Começou com a participação dos 16 casais de noivos na missa às 7:30h e em seguida foram para o Salão do Centro Pastoral, onde foram acolhidos pelos agentes da Pastoral Familiar, que durante todo o dia propiciaram momentos com música, oração e palestras sobre Projeto de Vida a Dois, Amor Fecundo, Sacramento do Matrimônio e Celebração.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Inglaterra: Perca da referência da família “tradicional” na base dos recentes atos de vandalismo no país, afirma jornalista inglês




Anos de políticas anti-familiares criaram o “caldo de cultura” de onde saíram os baderneiros que incendiaram numerosos bairros de cidades inglesas, escreveu Max Hastings, do jornal “The Mail” de Londres.
Os depredadores obedeciam a palavras-de-ordem ideológicas
esquerdistas e anticapitalistas. Eles agiram assim não porque fossem pobres ou marginados ou por alguma razão racial ou religiosa: “Nós fazemos o que nos dá na telha”, dizia, com um caro Blackberry na mão, uma agitadora à BBC.
Se havia iletrados ou desempregados era por desinteresse pessoal. Eram “animais selvagens” da era digital, escreveu o articulista. Por quê?
Porque não mostravam sequer percepção da diferença entre o bem e o mal, só respondendo a impulsos animais: embebedar-se, praticar sexo, destruir a propriedade dos outros.
Nem pobres, nem marginados:
mas produto de políticas contra a família
Seu único conhecimento profundo: videojogos digitais e redes sociais. Sua fonte de subsistência: planos sociais e, sobretudo, as pensões dos pais perpetuamente ausentes.
Eles são o produto de anos de políticas que foram desfazendo a família e promovendo falsas alternativas como sendo novas formas equiparáveis moral e legalmente: “famílias monoparentais”, maternidade ou paternidade solteira e a conseguinte desaparição da vida do lar onde se formam as crianças.
A geração selvagem assim formada voltou-se para o vandalismo, a insociabilidade, a obscenidade e a violência como se a vida se reduzisse a um videojogo de mata-mata e destrói-destrói.
A revolução nas escolas, paralela à revolução na família, promoveu a tolerância total, a ausência de disciplina, de juízo e de ordem.
As leis, os juízes e a polícia foram orientados contra os pais, as autoridades educativas contra os professores, e, por sua vez, os “direitos humanos” contra pais, educadores, Justiça, leis e polícia.
Para salvar a sociedade: promover o casamento tradicional

O resultado, conclui o jornalista, está agora evidente: uma vasta, amoral e brutal subcultura de jovens arredios ao trabalho ou aos afazeres domésticos, convencidos de que não há código moral que puna uma vida anti-social, ou até criminal de celular na mão.
O fabrico dessa geração custou bilhões de libras em planos ditos “sociais” para manter situações antifamiliares.
Os dogmas socialistas e libertários triunfaram: um dos produtos desse “triunfo” foi a explosão de vandalismo nos bairros “burgueses” de Londres.
É imperioso restaurar a família sobre suas bases mais sólidas ‒ o Sacramento do Matrimônio ‒ restaurando em sua devida dignidade o casamento tradicional.

Luis Dufaur
Fonte: Blog Carmadélio

Você tem filhos? Leia Isso!


Jovens mães aflitas me têm procurado aos prantos, culpadas, acusadas, encurraladas, escravas, perdidas. “Não consigo!”, “Não dou conta!”, é o discurso unânime. De que não dão conta essas mãezinhas? O que as aflige? O que as faz chorar? Qual a acusação que as afoga em culpa? Que terror as tortura e escraviza?
Artificialismo! Teorias! Sim, teorias e mais teorias! Na melhor das intenções e em cumprimento fiel ao seu dever, pedagogos, psicólogos, pediatras, educadores disponibilizam toneladas de teorias sobre cada passo das crianças. Os profissionais desejam, é certo, instruir, orientar pais e mestres sobre educação de crianças e adolescentes. Nada contra, exceto por três fatos: a teoria não pode tornar-se tirania. Não deve, igualmente, tornar-se lei absoluta e impessoal, regra a ser seguida acima do discernimento e sabedoria dos pais. Acima de tudo há, na família equilibrada e, em especial naquela que busca viver o Evangelho, um maravilhoso mecanismo regulador de crises e promotor da autêntica educação que se chama relacionamento familiar sadio. Em outras palavras, a família sadia se auto-regula através de seus relacionamentos internos.
Quando vejo a enxurrada de teorias que pais e educadores se auto-impõem, fico a me perguntar se no passado as famílias não enfrentavam crises naturais de amadurecimento como ciúmes, invejas entre irmãos, regressões, crises da pré-adolescência e da adolescência, angústias infantis, pesadelos, insônia dos pimpolhos e consequentemente dos pais.
Fico a me questionar se todos os filhos comiam bem e em quantidade adequada, se havia álcool em gel à disposição e mesmo se existiam bactérias. Será que todos aprendiam tudo na escola no tempo adequado e do jeito que os outros aprendiam? Será que havia um perfeito e adequado controle da micção, da defecação? Que teorias regulamentavam tudo isso? A resposta me parece clara, embora simplória: as famílias se auto-regulavam por meio das relações interpessoais.
Pergunto-me em que base foram feitas as pesquisas que estabelecem “idades adequadas” para tudo o que se pode imaginar: mamar, sentar-se, nascerem os dentes, não mais fazer pipi ou cocô fora do aparelho, aprender a ler, a escrever, a contar, a traçar uma reta, a desenhar uma curva, somar, diminuir, dividir, multiplicar. Essas datas-limite enlouquecem os pais cujos filhos não correspondem ao prazo máximo. As primeiras pesquisas, estou certa, têm origem americana. Outras brasileiras as substituíram, certamente e, seguramente as adaptaram à nossa realidade sócio-cultural e, espera-se, têm base científica e isenta de ideologias.
Entretanto, talvez exatamente por teorizarem, deixam pouco espaço para a individualidade da criança e da família, pouco campo para a mobilidade e soberania dos pais e – desastre supremo! – caso estejam ligadas a ideologias podem mesmo chegar a apregoar a ingerência do Estado sobre a família, ainda que através da escola.
Não culpo, porém, nem as teorias, nem os pesquisadores. Aquelas cumprem seu dever de ser parâmetro para os educadores e pais. Esses correspondem solicita e dedicadamente à sua profissão. Ao observar a tirania da teoria sobre os jovens pais aflitos, só posso ressaltar o fenômeno da exacerbada auto-exigência de da felicidade perfeita para os filhos. Os pais, coitados, precisam funcionar como deuses. Tomam sobre si a carga absolutamente insuportável de garantir a felicidade dos filhos, coisa que só mesmo Deus pode fazer.
É preciso ressaltar também a descaracterização da família e o número ínfimo de filhos: o mínimo “necessário” para satisfazer o ego dos pais. Com famílias descaracterizadas e poucos filhos, ocorre o fenômeno de que esses são vistos como o centro da existência familiar. Manipulam os pais, que passam a obedecer-lhes servil e prontamente. Qualquer contrariedade os fará “infelizes” e os pais, escravos dos filhos, perdidos e sem autoridade, fazem-lhes todas as vontades gerando futuros inseguros incapazes de corresponder às exigências do amor que se doa, egoístas contumazes que teimam em fazer o mundo girar em torno a si.
Famílias descaracterizadas e com poucos filhos (o que, em alguns casos, dá mais ou menos na mesma coisa) tendem a perder plena capacidade da auto-regulação. Os relacionamentos são insatisfatórios e, portanto, insuficientes para a auto-regulação. Além disso, os pais interferem tanto no relacionamento dos filhos que lhes tiram a chance de amadurecer através de conclusões próprias retiradas da experiência relacional com os irmãos, primos, avós, amigos.
Resultado: a maioria das crises e necessidades não é resolvida de forma natural, em processo de amadurecimento com perdas e ganhos. Ficam reduzidas as chances de educação espontânea e experimentação típica de todo aprendizado. A regra é evitar perdas e frustrações a qualquer custo, incluindo o sacrifício e renúncia por amor ao outro.
Quanto aos ganhos, estarão longe de ser profundos, pessoais, resultados de uma maturidade natural. Tendem a ser “habilmente” promovidos e festejados pelos pais em um artificialismo estarrecedor. O resultado já é visível na geração de adolescentes que temos: elevada capacidade intelectual contrastante com superficialidade relacional, incapacidade para as renúncias do amor autêntico, psiquismo frágil, quebradiço.
Não há espaço para falar sobre o grande regulador das relações familiares e humanas em geral: o Evangelho. Fico devendo. Até que surja a oportunidade, rezo e torço para que as jovens mães aflitas descubram os imensos benefícios da vida familiar “natural”, livre das correntes da teoria, onde ganhar ou perder, “estar bem” ou não importam bem menos que amar e ser amado. Onde as teorias são bem vindas, mas tem seu lugar e perdem o estranho poder de tirania a elas atribuído.
Libertos da culpa, da escravidão auto-imposta, sem desprezar o ensinamento dos estudiosos, entendam os jovens pais que educar, por definição, é ajudar a “tirar de dentro”. É levar ao pleno desabrochar o filho amado de Deus a eles confiado para que o ensinem a amar, a ser amado, a vencer, pela fé e pela caridade, pelo relacionamento sadio e de intensa confiança, os desafios a eles reservados pela vida.





Emmir Nogueira
Fonte: Blog Carmadélio

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Adiamento do Pós encontro do ECRI dia 27/8

A Equipe dirigente do ECRI informa aos pais e responsáveis, que o Pós Encontro que se realizaria neste sábado às 17:00 horas, em Capim Macio, será cancelado, pela existência de outros eventos paroquiais no mesmo horário, e não haver um outro local disponível para a realização do mesmo. Desde já pedimos desculpas pelos transtornos e ficando mantido o próximo Pós Encontro para o dia 10/09, em Neópolis.